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Análise Semanal: Shuumatsu no Izetta #06


Enfim um episódio com teor mais slice of life, sem muito fanservice e focado em desenvolver personagens e trama!

 Clique aqui para ver a análise dos episódios anteriores de Shuumatsu no Izetta

O episódio começa mostrando a ação do Jonas em contar para o "espião" que ele havia descoberto o segredo da Izetta, que era algo que é meio clichê. Mas se for bem usado, pode resultar em uma quebra muito interessante, que foi o que ocorreu posteriormente. A morte do Jonas causou uma quebra de narrativa sensacional, por mais que seja um recurso de roteiro, ainda assim foi coerente com a situação em que ele se encontrava. O mais interessante disso foi o choque de realidade, a utopia monárquica apresentada na obra é quebrada por apenas um personagem, trazendo um maior senso de realidade e verossimilhança a obra. Apresentando uma ideia muito recorrente de patriotismo e essa mentalidade foi muito pontuada durante o episódio.


Como um episódio mais parado ele foi composto de muito diálogos que transpassaram para o espectador um maior sentimento de empatia pelos personagens, depois de sequências tão pesadas e tensas. Conseguindo trazer um sentimento diferente e trabalhar a relação dos personagens, visando humaniza-los dentro da narrativa, de forma simples e natural. A cena da dança ilustrou isso muito bem, com os quadros acompanhando muito bem a sonoridade da musica que tocava de fundo e os traços faciais bem evidenciados, o único aspecto negativo foram os quadros estáticos, mas se considerarmos o orçamento, eles fizeram um ótimo trabalho com o que eles tinham.


Outro ponto que me surpreendeu muito foi o anime dar um foco para divisão de fabricação de armas e veículos de guerra, apesar de não ter se aprofundado, conseguiu dividir bem as ocupações dos personagens, dando um tempo de tela significativo para eles e explorando diálogos que agregam ao personagem de alguma forma. No caso do Berksman foi algo muito mais impactante em relação a trama, trabalhando bem com a mentalidade cética do personagem em sobreposição a demasiada aceitação da existência de uma bruxa e toda construção conspiratória tanto do local como da situação foram coerentes com referências históricas e o universo trabalhado.


E por fim a Finé e a Izetta vão para uma reunião com os países excluídos e os aliados. A decisão de se levar uma bruxa até um evento desses pode ser uma faca de dois-gumes e espero que essa probabilidade de dar errado seja lembrada durante a obra, já que até o dado momento a obra, o resto do mundo tem sido deixado bastante de lado e essa reunião seria o momento perfeito para explorar esses outros países e a seus objetivos.

Extras

E que uso sensacional do silencio na cena em que o Jonas é assassinado, a transição desse silencio para a ending cria um clima muito mais dramático e impactante, também engana o espectador, sendo utilizado como uma quebra de expectativa. 


Enfim a obra começou a utilizar "recursos" em ambos os lados da guerra, os espiões embora utilizados de maneiras diferentes, foram contextualizados e agregaram a trama das suas respectivas maneiras.


A Izetta coloca um óculos e ninguém percebe que é ela, agora nós conhecemos o verdadeiro potencial dos óculos, esconder a identidade de uma bruxa com apenas esse acessório. 


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