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Análise Semanal: Shuumatsu no Izetta #07


Um episódio baseado em táticas de guerras e os seus conflitos, deixando algumas pontas soltas para explorar! 

 Clique aqui para ver a análise dos episódios anteriores de Shuumatsu no Izetta

Começamos o episódio com a tão falada reunião dos aliados. E devo dizer que eu achei bem fraca a construção de cena, tanto na escolha do local quanto na representatividade que essa reunião teria para o andamento da obra. Os diálogos tentaram dar um teor maior de profundidade e verossimilhança a cena, e funcionou bem, o problema é que olhando para o que foi prometido no episódio passado não foi consumado nesse episódio, vendendo "X" e entregando "Y". O teor dos diálogos conseguiu situar o espectador na situação, e além disso, contextualizou a mentalidade de cada nação por meio dos seus representantes.  Apesar disso, eles souberam administrar bem o tempo de tela de cada personagem e dar espaço para todos participarem do diálogos(um exemplo disso, é o uso de legendas na tela especificando quem é quem). 


Dentro da própria cena da reunião dos aliados nós somos apresentados ao porta-aviões do Império Germânico, apesar do conflito ser o primeiro plano, toda construção do transporte e o impacto dele na guerra foi muito grande. O nível de relevância foi tão elevado que a ação de alocá-lo a um local especifico, desencadeou todo o conflito do episódio, conseguindo construir bem as cenas embasadas no senso de continuidade que a obra tenta passar. A forma com que os acontecimentos se interligam(o Porta-aviões, a reunião e os seus temas, o ataque e o objetivo por trás da batalha), é tudo muito coeso e facilita a imersão do espectador no contexto da obra.


O ponto principal do episódio é a batalha, com uma sequência de acontecimentos que em meio a construção de cena funcionaram muito bem, conseguindo passar um certo senso de urgência na situação e trazer uma carga dramática maior. O principal problema foram os tiros que não acertavam de jeito nenhum a Izetta, isso deu uma quebrada na imersão. No entanto, a coordenação do tempo de tela da batalha foi bem feita, não se prendendo apenas a Izetta, mas dando um certo foco em outros personagens e mostrando a ação deles na batalha. A resolução da batalha foi boa, o raciocínio rápido da Izetta para perceber a possibilidade de acertar o tanque de combustível do porta-aviões foi uma boa sacada e toda a construção entre a necessidade de encontrar algum meio de otimizar o uso do último míssil e o elevador que levava os aviões a parte superior foi bem feita.


E por fim a o dialogo do Berkman com seu assistente, a ideia de sacrificar um porta-aviões apenas para descobrir um ponto fraco da bruxa soava de forma bem extremista, mas após ele esclarecer alguns pontos isso poderia ser encarado como aceitável, ainda mais se o seu uso era como isca e nem completo o veículo estava. O ponto mais intrigante dos que é citado pelo major é o do inicio de seu plano e a imagem de algum ser dentro de uma capsula, aparentemente uma bruxa artificial. E isso somado  a ideia de a bruxa branca estar no fundo do castelo cria um clima de bastante expectativa para o próximo episódio.


Extras:

Os diálogos de personagens que estão em secundo plano vem sido muito utilizado ao decorrer da obra, a maneira como os diálogos deles fluem e agregam as situações trazem uma ambientação mais agradável e verossimia.


O planejamento da investida da Izetta trouxe um mapa do local, a forma que isso foi representada na cena foi perfeitamente coerente com o plano traçado, tanto na ambientação do caminho que tomou, quanto no terreno.


A fala do General Benoit nessa cena ilustra bem o medo que ele sente, a critica ao poder e da veracidade das habilidades da Izetta é uma forma de auto-preservação do mesmo, tentando esconder o seu medo.



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