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Mahoutsukai no Yome #2 e #3 | Análise Semanal



O segundo capítulo de Mahoutsukai serviu muito mais para apresentar os conceitos de magia e feitiçaria deste mundo do que qualquer outra coisa, enquanto o outro começou a ir mais além em passar mensagens emocionantes.

No segundo episódio foi bem explicada as diferenças apresentas neste universo sobre feitiçaria e magia, o que é feito a partir de milagres e o outro que constrói e desconstrói sua própria realidade como bem podee se entender. Com a visita à casa de Angelica foi mostrado pela primeira vez a forma humana, e bem galante, de Ainsworth e foi dado o primeiro pontapé nas atividades mágicas de Chise. A garota mal sabe o potencial mágico que possui dentro de si mesma, com uma quantidade de energia tão absurda conveniente de Slay Vega que pode facilmente fazê-la sair do controle correndo o sério risco de morrer, ou machucar quem deveria ser ajudado por estas habilidades. 


No terceiro capítulo Echos fala bem sobre esta questão para Elias e como o mago ancião deve tomar cuidado e ensiná-la bem como portar a magia. Neste ponto já foi deixado claro que Slay Vega são frágeis e costumam ter vidas úteis muito curtas, a própria previsão do ancião dos dragões é de apenas uns 3 anos para a garota ruiva - se Elias não ensiná-la direito.


Mas o que de fato foi de fato chamativo e grandioso nesse terceiro capítulo foi a incrível exploração dada ao vale dos dragões, aos detalhes de cada uma da espécie e aos ensinamentos que Chise conseguiu nesta viagem. Os dragões não temem a morte como os humanos, eles nascem da terra, aproveitam suas vidas e para lá retornam ao fim delas para renovar o ciclo da natureza, e assim fazer parte deste mundo natural novamente, agraciando-nos como belas árvores, pedras e outras possíveis formas que podem receber quando chegam a falecer. O backstory de Chise é triste, doloroso, e ela estranha que exista seres tão bondosos e gentis que possa conhecer, ainda mais em um curto período de tempo que se faz da compra que Elias fez até este gracioso momento. 

O dragão mais velho ensinou a Chise como os seres vivos, humanos, não devem invejar os mortos, não devem ter a vontade da morte. É uma ofensa contra o ato de viver quebrar o ciclo natural e ser egoísta o bastante para querer tirar a própria vida sem ligar para o que ocorreria no redor, mas no caso da Slay Vega, até então, era diferente. Ela perdeu sua família muito cedo, via monstros, sofria bullying, era visto como uma garota estranha a perturbada por todas as pessoas que a viam e simplesmente não tinha um motivo para querer continuar com este ciclo natural. O contraste de seu passado com sua atual situação é tão grande e tão forte que é entendível a estranheza da garota, ela não entende como é possível que haja pessoa que possam fazê-la feliz, ou mais precisamente, que são capazes de entendê-la ou que são serenos o bastante para conseguir se sobressair pelos problemas da vida de maneira sóbria.


A forma como o grande dragão entregou a Chise uma visão das belezas da vida, do vasto céu dos quais os dragões pertencem, embelezam não apenas a protagonista, chocando a garota por maravilhas nuncas antes vistas, mas também a nós que assistimos uma produção tão bem montada, uma trilha sonora que faz o ápice da cena e cenários muito bonitos dos céus e do próprio vale dos quase extintos dragões. O dragão, no fim, acaba voltando a natureza transformando-se em uma grande e bela árvore de flores brancas, e Chise novamente inveja a maneira de morrer do sábio, ela também quer poder morrer de uma maneira tranquila. Estas palavras pesam muito no desenvolvimento da personagem, a Slay Vega agora começa a enxergar que há maneiras melhores para se viver e que se pode sim completar sua vida com uma morte que não seja por motivos ruins, que não seja uma morte temida, uma morte vista como fuga dos problemas, dos medos; Ela percebe que existe a morte singela, a morte de quem viveu e aproveitou como pôde, uma morte em paz que não deixa arrependimentos e apenas faz o indivíduo partir de volta à natureza, e isto não é o fim.

O anime majestosamente consegue ser suave, cruel e magnífico em falar e detalhar sobre a vida, sobre os encantos e desencantos de maneira tão agridoce. É quase uma visão poética, talvez até mesmo idealista sobre vida e natureza é realmente - e isto é feito de maneira espetacular. Este foi só o início do potencial de Mahoutsukai no Yome para com sua escrita, e sua forma de abordar estas questões.


Este emocionante episódio passou de forma bem convincente para Chise algumas lições para que a garota aprenda como poderá ter uma gratificante vida pela frente, mas foi apenas o começo. Os próximos episódios também se encarregarão de fazer a garota entender melhor e aproveitar a gentileza de seu mestre, descobrir o seu potencial mágico e as belas - e temíveis - criaturas mágicas que a cerca neste quase conto de fadas.


Avaliação - Episódio 2: ★ ★ ★  ★ 
Avaliação - Episódio 3: ★ ★ ★  ★ (++)
Extras


Isso é muito fofo.


Cenários maravilhosos foram entregues no terceiro capítulo da série.

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