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Kino no Tabi #7 | Análise Semanal


Um país de pessoas corruptas sem medo de fazerem coisas de errado, este não seria nosso próprio país? Brincadeiras à parte, o episódio 7 de Kino trouxe de modo não tão brilhante uma história ambientada em lugar similar ao nosso, além tivemos pela primeira vez, contando até o antigo, um episódio voltado à Mestra mostrando a sua personalidade brincalhona e séria.



Para entender alguns dos conceitos abordados devemos antes mesclar dois termos que gostamos de separar erroneamente, são eles: Revolução e Crise, alguns podem achar que o primeiro é melhor e menos brutal que o segundo, mas ambos chegam no mesmo lugar e nem sempre é um resultado ruim.

Kino no Tabi brinca, literalmente até com o episódio, sobre o conceito que de “A partir de uma crise podem surgir coisas boas”. Somando a isto a ideia de redenção, podemos ver o resultado quando a Kino termina conhecendo o senhor do exército e o monumento, aquilo deveria ser o símbolo da ganância da Mestra, pois de modo atrapalhado ela decide não só salvar o seu aprendiz como o país todo somente para poder sair.



O comportamento mais estranho que justifica esta explicação seria no porquê ela não matou os soldados, contrastando com reais estratégias de guerras, hoje sabe-se que ferir é melhor que matar, pois desgasta mais rápido quem sofre. É este desgaste também que acelera a saída dela e gera a comoção.

Além de comoção na receita precisa de poder, e roubar o topo da torre não é só defesa, aquilo poderia ser um trono ou um gabinete e teria o mesmo significado que é roubar o poder e acelerar a desconstrução daquele modelo, este é assim o favor da Mestra para este país, resumindo destruir ele para renascer sobre novos conceitos.



“Novos conceitos” que não cabem à execução do episódio, mesmo ele tendo por trás uma história interessante porque o material original (Ligth Novel) é bom, ele continua nos mesmo problemas, que geralmente desgastam a mensagem por trás de tudo e dificulta o entendimento de coisas que deveriam ser simples.

Houve até uma tentativa de se fazer algo novo, é deixado de lado as cores para usar tons de cinza e sépia que não contrastam com nada e no máximo indicam que é um flashback. Quero dizer ele usa as cores para dizer algo básico e sem necessidade e na outra ponta exigi de mais da nossa percepção, não faz sentido com quem eles esperam que estão assistindo.



Por isto Kino não só falha na sua comunicação, como também falha em reconhecer o seu público. Além disso, o episódio deveria não ser só novos personagens reagindo a um novo ambiente, o tempo deveria ser voltado para um background da Mestra, esta ausência é uma escolha artística que sai caro, somando a isto as cenas mais legais da história são contadas por diálogos da Kino, isto indica que o estúdio está economizando muito na produção.

Por fim não é este episódio que salvará a série, ele ainda tem uma longa caminhada para tentar ser bom, e retirar a Kino de cena tem sido uma escolha interessante, afinal ela não é mais ela de antigamente e incomoda menos não ver ela.



Extras:


Adivinha como era a Mestra e a Kino?


Foto do primeiro filme de Kino
Outra curiosidade é o hermes que fica bem diferente perto da sua versão em CG:




Avaliação: ★ ★  ★ ★ 

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