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Mahoutsukai no Yome #6 e #7 | Análise Semanal




Esses dois capítulos de Magus Bride concretizaram muito bem a forma como Elias se importa com a Slay Vega. Por mais maluquices e "experiências" que o mago queira fazer com Chise, no fundo ele quer cuidá-la e protegê-la de tudo.

No sexto capítulo, mais lento e com pouquíssimos acontecimentos, ficou exposto a forma que Elias dedicou-se à recuperação de Chise, que ficou vários dias inconsciente. Talvez já não seja surpresa falar isto neste momento, mas será cada vez mais conveniente e repetitivo as transições de pequenos arcos pela recuperação da protagonista; ela termina um caso, fica mal e dorme por dias, e quando acorda começa outro arco.  


Imagem aleatória Renfred se ferrando.

O "ninho" criado para a proteção da ruiva, bem como os artifícios mágicos e orgânicos utilizados pelo mago para que Chise se recuperasse plenamente, e de maneira aconchegante, demonstraram explicitamente o zelo do ancião pela protagonista. A vinda da rainha das fadas e seu marido apenas agregaram mais em exibir a fama circulada pelo mundo mágico sobre Elias. Agora todos já sabem que ele ele fez um investimento em uma humana, todos estão curiosos pelo que o mago ancião trama, e principalmente, puxam seu pé para que o cara de osso não faça mais nada errado. 

Na sequência, com Chise recuperada, alguns questionamentos sobre o passado bem incerto e sombrio de Elias são feitos, principalmente após ele revelar que ajuda a Igreja nestes casos em que o chamam para que ela não intrometa em sua vida, pois no passado o mago orquestrou algo muito ruim pelo qual a Igreja precisou ficar em seu pé. Pelo oportuno momento o mago também voltou a falar sobre os Familiares, as criaturas mágicas que fazem contratos com humanos e que os ajudam como os servos mais legais, em que se pode contar e ter garantia de proteção. Após o prólogo sobre o Familiar feito, foi adentrado então o arco em que o tal aparecerá.



Esse design ficou bizarro.

Junto deste prólogo que o capítulo sete entra para valer em ação mostrando o último caso que a Igreja pediu para Elias resolver, sobre um aparente cachorro que anda atacando pessoas perto do cemitério. Sem mais delongas, é revelado que no fim das contas, aquela "criança" feiticeira que manipulou tudo no caso anterior, o do casal, também está por trás desta manipulação sobre os problemas do cemitério e até mesmo do braço arrancado de Renfred (imagem bem mais acima). 

Finalmente Ruth, o humano cão que confunde Chise com sua irmã, aparece e é de esperar um confronto com mais ação e suspense para o desfecho deste caso. Esses últimos casos que parecem aleatórios, cujo a Igreja que direcionou para Elias fazer, irão se encaixar no fim das contas com o mesmo responsável por trás de tudo fazendo a manipulação para a criação de uma criatura mágica híbrida. Este cão que salvou Chise na verdade é bem mais manso e bom do que parece, há manipulação criada às sombrar para que a culpa tenha sido jogada em Ruth começa a dar as caras.



Finalmente uma cena de terror que deixou um verdadeiro impacto. A forma como essa criatura surgiu com o resto atrás da Chise foi muito legal, belo acerto da direção.

Chise não conhecia Ruth, mas após ser salvo daquela bizarra criatura afrontadora pelo cachorro ela já tem motivos para defendê-lo de Alice, que é refém do tal feiticeiro e apenas tenta obedecê-lo para não sofrer mais. Este caso deve ser resolvido brevemente, mas, o que realmente chamou atenção ao final deste sétimo capítulo, foi a tremenda ira que o mago ancião ficou ao ver Chise sendo atingida e cheio por alguma criatura de fora - que pode muito bem ser coisa do feiticeiro.

Ainsworth desfruta de sua verdadeira e aterrorizante forma para proteger a garota, e para principalmente acabar com o responsável pelo seu grave ferimento. O mago que não tem sentimentos acaba, mesmo por impulsos inconscientes, agindo para defesa própria da garota em que ele dá muito valor. Defende-la-á de todas maneiras, mesmo que isso signifique mostrar sua verdadeira forma e utilizar do seu obscuro poder.


O cliffhanger final desse sétimo capítulo serve muito bem para fazer contraste com o que anteriormente fora dito sobre Elias, e com uma direção decente em impactar com o clima relativamente certo, o episódio se encerra com um bom gancho para a sequência - que deve mostrar o que o mago ancião fará usando de sua verdadeira forma.

Avaliação - Episódio 8: ★ ★ ★ ★ ★ (+)
Avaliação - Episódio 7: ★ ★ ★  ★


Extras

Muitos acreditam que Elias é algum tipo de Wendigo, criatura criada a partir de humanos que fizeram muito canibalismo e começaram a se transformar nesse monstro, que consegue mudar sua forma e ganhar atributos, e que é da mitologia indígena norte-americana.

Porém, faz bem mais sentido que Elias seja relacionado ou baseado em um Lechie (ou Leche/Lesovik). Essa criatura é um tipo de mago espinhoso de países Eslavos, que supostamente possuem controle sobre a natureza - e em sua lenda acredita-se que eles sequestram crianças. Ou talvez, quem sabe, os compre em leilões sobrenaturais. 


O design dos Lechie são mais inconsistentes do que os do Wendigo, mas das muitas imagens atribuídas a estes seres, a maioria lembra bem mais ao Elias do que dos simples Wendigo, que são americanos. Mas quem sabe o protagonista não é uma mistura de ambos?

Comparação da cena final entre o anime e no mangá:


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