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Kino no Tabi #10 | Análise Semanal


Desta vez dado o esforço do anime em querer se por frente do antigo, este episódio foi remake do episódio 13 da versão antiga, e como revi recentemente farei uma boa comparação entre eles, para descobrir quem ganha nesta briga. O episódio é “Tomorrow never comes” ou “o amanhã nunca veio” e trata de modo indireto o passado da kino algo não trabalhado nesta temporada, por isso talvez exista spoilers hoje da temporada passada.



Antes vamos entender porque a população estava firme em aceitar seu destino final, eles são um povo fugitivo, não tem identidade de fato e se apegam muito a terra, o local, o primeiro lugar onde eles puderam viver em paz, viver como pessoas, as memorias ali são muitas e eles sabem que fora de lá eles não serão os mesmos. Então existe a grande questão sair e perder a identidade e talvez voltar ao estilo de vida antigo ou ficar e morrer?

Eles já conhecem metade das opções, então acabam por se conformarem em aceitar o inevitável vulcão, tanto é que ninguém em nenhum momento fica relutante em sair, mas perante as crianças que são livres, não viveram o passado, são jovens e com muito para viver, existe a tentativa de deixar a Sakura com Kino.



E aqui entramos num ponto importante bem claro no antigo, Sakura vive num hotel e quer cuidar dele, além de Sakura ser é o nome original da Kino esta era a vontade da Kino, por isso ela tenta ficar no país, pede por mais dias pela primeira vez. E este pedido dialoga com o episódio 12 da série antiga pois nele Kino passou por um país bem desagradável que não valeu apena e agora ela realmente encontra um lugar para ficar e não pode.

Está a frustração de Kino, além de tudo ela sabe porque não quer levar Sakura, ela é o exemplo a não ser seguido. No antigo também temos várias pistas do que está por acontecer, o teatro é substituído por um museu e nele temos um vulcão grande, além disso existe na interpretação das pessoas a novidade de serem boas pela primeira vez. Isto fica claro até pela reação dos porteiros no antigo.

E para destacar mais uma falha do novo, a trilha sonora do antigo funciona como marcação de pontos importantes usados para prever e entender o que está acontecendo, sem contar a sua função de diluir toda informação, ajudando na absorção. Já o novo nem entende do que se trata o teatro, acha que o casamento é necessário pela semente, e até mesmo acha que aquela pergunta para o senhor que arruma armas tem algum significado relevante.



Tudo isto só gasta tempo e mostra como a direção aqui não gosta de Kino no Tabi ou não sabe o que faz, apesar de tudo, este episódio é a melhor tentativa deles em se equiparar ao antigo, mas não adianta é uma briga desleal. Este era para ser a melhor história da temporada e quase foi, muitos vão se sentir agradados ao verem, mas como ele tenta se comparar então não podemos perdoar.

Extras:

O antigo tem uma ótima trilha sonora:


Avaliação: ★ ★  ★ ★ (+)

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