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Mahoutsukai no Yome #10 | Análise Semanal


Elias é um mago muito misterioso e de origem sombria, que como mostrado nesse episódio, simplesmente surgiu vagando por aí. Echo ser chamado de pai do mago ancião não é para menos devido ao fato do protetor do dragão tê-lo cuidado quando ele surgiu no meio daquelas nevascas, há anos. Essa criatura estranha, que como já comentado anteriormente parece um Lechie, provavelmente foi fruto de alguma maldição pela sua origem ser uma estranha mistura de magia negra e humanidade - como bem dito pela mestre de Lindel. 

O Lechie recebeu o nome de Elias dos dois, mas ainda guardava o temido nome de Ainsworth pelo que acontecera no seu passado vermelho do qual até aquele momento de flashback ele não se lembrava (será que lembra agora?). O mago, além de ser bem misterioso, carrega consigo uma grande aflição que traz à tona a curiosidade sobre ele já ter sido humano algum dia, e os mistérios de Elias a obra sabe guardar bem, mesmo que suspeitemos que algum dia ele tenha sido apenas um homem, talvez um mago, que sofreu da magia negra e transformou-se. 


Muito legal a forma como Merituuli e a mitologia Selkie foram desenvolvidas.

O décimo episódio se aventurou em mostrar e demonstrar o passado do mago ancião enquanto Chise voltava para o vale dos dragões, que agora estão mais velhos, e enquanto Elias recebia uma carta convidando a Slay Vaga para ir em uma escola de magos. Embora com as mesmas reflexões de antes sobre o relacionamento de ambos e sobre até mesmo os problemas de Elias, o capítulo se mostrou importante em saciar, pelo menos um pouco, a curiosidade existente sobre o passado daquele mago com cara de osso que é tão temido no mundo mágico. Ainda não dá para se imaginar o que ele fez de tão ruim no passado. E a parte da Chise fazendo seu cajado com aquela madeira fica para o próximo episódio.

Avaliação: ★ ★ ★ ★ ★ (++)

Extras

Comparações de algumas cenas entre o episódio de hoje e o mangá. O clima mais sombrio e rústico não está sendo bem passado no anime.


Outro fator que entra nessa questão é a forma como estão tratando o design do Elias, principalmente o seu rosto. Estão colocando muito detalhes na caveira e as vezes fica bem estranho, até mesmo dando uma impressão mais boazinha para o personagem. De vez em quando ele parece um cachorro. Isso é problemático.


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