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Mahoutsukai no Yome #9 | Análise Semanal



Dessa vez a angustia de Chise é pelo que pouco sabe sobre Elias, e principalmente pelo seu atual transtorno mágico.

A Slay Vega, apesar de ser uma obediente serva, importa-se muito com Ainsworth e não quer apenas aceitar ficar sem saber mais sobre seus problemas, ela cogita sim querer entendê-lo e ajudá-lo, mas o mago ainda não está na condição de compreender estes sentimentos de Chise em querer dar suporte. Elias com sua maneira toda inocente age tentando fazer a garota não se preocupar, mas não é como se adiantasse muita coisa dadas as tais condições impostas sobre a situação. 



O discurso de Angélica em sua conversa com Chise tinha o intuito de fazer a garota enxergar que ela não é só literalmente um objeto comprado de Elias que deve obedecê-lo às cegas, mas sim que ela deve viver, se cuidar e tomar suas próprias providências por conta própria para ficar bem; o irônico é que desse diálogo Chise tirou a conclusão de que não deve simplesmente aceitar que Elias não conte sobre seu passado, sobre seus problemas e sobre ele mesmo, e é por isso que ela resolve ir procurá-lo para quem sabe fornecer alguma ajuda. 

Ela não pensa em ir para à escola, esse na verdade é um tema que volta a ser abordado somente bem mais à frente pela história, mas nos fim das contas a Slay Vega quer apenas passar seus dias aprendendo magia medicinais sobre plantas e ervas na incandescente casa de Elias, juntamente da sua Sikly e Ruth.



A introdução do velhinho Garland, o escritor de livros vizinho de Chise, e a fada Redcurrant que o cerca sem ele mesmo ver, foi apenas uma amostra do que virá quando o arco que for abordá-los completamente chegar, logo mais; Aqueles dois possuem uma certa conexão estranha e algum possível tipo de forte relacionamento que os ligam e que deve envolver alguma magia. Ou maldição. A fada dos seios fartos e da roupa curta, da espécie conhecida por dar talento a humanos para logo depois amaldiçoá-los ou coisa pior, não está fazendo nada disso do que é remetida, e ela aparenta manter o velho em seu ritmo inspirado em escrever sobre as flores de seu jardim e sobre o dia em que viu uma linda mulher - esta própria fada, brevemente. O trama que os cerca é lindo.


Teria sido esse o extinto predatório de Elias, ou apenas um sonho de Chise? Ou ambos?

O episódio, enfim, corre com as reflexões de Chise em importar-se com Elias, e após encontrar o mago e dizer que não poderia simplesmente aceitar o bilhete que pedia para ela ficar em casa o esperando ao anoitecer, enquanto ele simplesmente havia fugido para algum lugar na floresta sem mais explicações, o mago não vê muita escolha se não for para abrir-se mais com a garota, se não fossem eles interrompidos pelo Familiar de Echos. Essa aproximação do casal protagonista vai se desenrolar muito lentamente pelo descuido inconsciente de Elias em não contar sobre si mesmo, e pela tamanha importância que Chise irá dar aos problemas e aos sentimentos do mago ancião; 



Magus Bride decorre com um lento e procedural desenvolvimento de personagens que seguem passos, um após o outro, que já foi desde a aceitação de Chise com seu novo lar e e a superação - em grande parte - sobre seu passado, passando agora para um fase em que ela quer ajudar Elias, fazer o mago entender melhor os sentimentos e viver mais abertamente, fortalecer os laços e quem sabe ser feliz. A ambientação fantástica e conceitual por trás da linda trama que vem seguindo não se deixa por vencida em nenhum momento, e o resultado vem sendo estes bonitos e lentos episódios sobre o fortalecimento da relação entre os personagens de todo o elenco principal junto de seus problemas fundamentalísticos do background pessoal de cada um.

Avaliação: ★ ★ ★  ★

Extras


E hoje aprendemos que essa espécie de fada gosta de interromper a fala indesejada dos outros com beijos.


A fanbase pira.

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