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Shoujo Shuumatsu Ryokou #12 | Análise Semanal


Como é triste chegar ao final de ótimos animes, mas é preciso e nele tudo se converge e recebe seu significado. Não seria estranho então esperamos por algumas informações do passado, e por felicidade foram muitas, milhares de imagens e vídeos, mostrando o passado delas e de quase toda a sociedade.





Também vemos novas informações sobre o “nuko” ou “gato”, eles seriam responsáveis por transformar todas aquelas armas em algo pacifico ou energia, este com certeza é o maior motivo deles terem sido cultuados junto do controle sobre antigas tecnologias. Por que como sempre a guerra move este anime.

E realmente a guerra é a culpada por tudo aquilo, foram diversas armas, destruição em massa, e é dela que nossa dupla foge quando são apenas crianças, este momento é algo triste e casa perfeitamente com a única separação entre Yuu e Chito, dando mais angustia e preocupação para nós fãs da Yuu, demonstrando mais uma vez o controle de timing para incrementar as cenas.



Já os arquivos na câmera fotográfica deram várias pistas para satisfazer quem estava mais ansioso por algumas explicações, uma delas remete aos robôs autônomos, provavelmente aquele grupo de escola é a precursora de todos os outros robôs, por isso este episódio é uns dos mais explicativos.

Porém ele não deixou de seguir o seu padrão e tentou compilar tudo o que vimos na série, por humor e flash back, terror e alegria, clímax com ótima OST e fundos belos, cada dupla estava lá fazendo presença, inclusive uma mensagem talvez das mais triste até agora. Ela aborda solidão e amizade como se fosse uma forma de despedida nossa à elas sabendo que elas estarão bem mesmo depois.



Poucos animes fazem em seu último episódio algo semelhante a uma “despedida”, Shoujo Shuumatsu Ryokou é um deles, e deixa de brinde uma lição simples sobre solidão: “Solidão não importa desde que você esteja com quem você gosta, seja ela apenas uma pessoa” o conceito do “mono no aware” novamente impera até na essência do anime e o termo “amizade” assumi o posto de salvar, dando a Chito a força para superar o medo, o choro. 

Chegando a um resultado imprevisível, todos aqueles robôs se unem e voam para longe, simplesmente guiados pelo vento, igual a elas, o “chocante” aqui é que superficialmente é uma cena limpa sem nada, e se for analisada de forma crua é só uma “pedra” no caminho e nada mais. Só que cada um pode dar o significado que quiser, ainda mais pelas dúvidas geradas quando olhamos o teto.


Aquilo não é nuvem
Novamente o anime deixa a cena e entra na imaginação, ou lombra/psicológico, para algumas pessoas este tipo de comportamento não é legal, isso é totalmente relativo ao gosto de cada um, não existe um ponto negativo ainda mais por ter aparecido somente no final, não causa muitos danos a história não lombra e menos ainda as mensagens.

Por fim chegamos na última jornada das nossas queridas “batatas” espero que tenha mais temporadas e venda bem, foi um ótimo episódio com tudo o que tinha direito e confere sim a este anime todos os prêmios que ele recebeu.



Extras:

Nesta cena eles fazem referência a uma música:







Não é claro o porquê, só sabemos que neste episódio teve várias músicas clássicas.

E para finalizar deixo aqui "batatas" feitas a mão:




Avaliação: ★ ★ ★  ★ (+++)

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