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Darling in the Franxx #3 | Análise Semanal


O episódio 3 trouxe mais afirmações de que as crianças realmente não servem para o combate real, 02 não pode ser pilotada por mais ninguém sem causar muitos danos ao estame (piloto Mitsuru), não resta dúvida da necessidade de eles serem uma dupla e então assim veremos eles juntos mais uma vez no famoso cockpit.


Antes gostaria de salientar que o lado sexual da obra, yuri, yaoi tratados a fora não tem qualquer necessidade de debate e já cumpriu sua função de aumentar a popularidade ou de incomodar alguns, sendo assim fanservice só será comentado se tiver alguma relevância para a história.

Para muitas pessoas este episódio deveria ser aquele onde 02 e Hiro pilotariam juntos, porém existia a necessidade do Hiro em se afirmar mais, ele precisa reconhecer suas qualidades e superar a ideia dos pessimistas (Mitsuru, Zorome) e este foi o objetivo colocar o Hiro em xeque-mate onde ele não pode pilotar com mais ninguém e mais ninguém consegue sobreviver com a 02.


Então se Hiro quiser pilotar e mesmo aquele sistema sendo contra, os dois vão pilotar ou o restante do time será aniquilado, e este foi o segundo objetivo, mostrar como aquela sociedade está em decadência, é uma cidade morta, sem qualquer esperança e fingindo estar viva ou lutando para sobreviver, digo a culpa da incompetência das crianças não vem delas e sim de quem as fez.

Nesta segunda metade também vemos mais um pouco do poder de animação da Ex-Gainax (visto que Trigger e A1 são originados do estúdio Gainax), a cena em questão dos mechas correndo e lutando é um momento complexo e demandou neste caso bastante do lado A1 talvez nos próximos episódios com o intuito de deixar a A1 descansar o lado Trigger venha com força e traga cenas bem mais ousadas para acompanhar a 02.


Que aproposito apareceu mais agora e a vimos numa interação diferente além do cockpit e de menina séria aproveitando o seu Darling, é importante notar as semelhanças deste momento com a de um encontro, ela só queria levar ele a um lugar bonito, passar um tempo a sós afinal eles são um casal e isso dará dinâmica de romance ao combate deles.

Similar a Ichigo falhando por se tornar instável ao pensar no Hiro, 02 ficando contente por machucar Mitsuru, Hiro não sabendo bem se era “amado” pela a Ichigo (famoso garoto distraído), são problemas de romances inseridos no campo de batalha e eles são fortes ao ponto de prejudicar toda a equipe.

O que significa mais dramas, mais dinâmicas entre os casais, uma nova forma de trazer drama a esse modelo tão “similar” a EVA na sua cidade “Tokyo-02”, outra diferença a EVA é a sua ausência da “consciência de união” muito comum nos animes e filmes de Kaijus (o Godzilla) naquelas frases “A humanidade vai se reerguer” ou “A última esperança da humanidade”, esse modelo funcionou no passado, mas atualmente não faz sucesso o que justifica a sua ausência.


No geral considero sabia a escolha do diretor em não acelerar as coisas, deixar amadurecer algumas ideias e a parte musical esteve até interessante, teve dois ou mais momentos de trilha sonora. Por agora ficamos no aguardo da confirmação da teoria de cada um, não fiz previsões desculpa, mas sei que cada um tem a sua pois o anime deixa várias dicas.
Extra:
A cena dos mechas:



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