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Análise de Animesginga eiyuu densetsuLegend of The Galactic HeroesLOGHN.A.N.I.resenharesenha críticaReview Legend of The Galactic Heroes

Legend of The Galactic Heroes (1988) | N.A.N.I. #1


Data de estréia: Janeiro de 1988 | Estúdio: Artland | Diretores: Ishiguro Noboru, Motonaga Keitarou e Yamada Katsuhisa | Número de episódios: 110

História: 
Por 150 anos, a galáxia foi trancada em uma guerra interestelar entre o Império Galáctico e os planetas da Aliança Livre, travando batalhas com milhares de naves espaciais e milhões de soldados de ambos os lados. A dinastia Goldenbaum desmoronando governa o Império, enquanto a Aliança está em um estado democrático cada vez mais disfuncional.

Dois novos comandantes entram na fase: Almirante Imperial Reinhard von Lohengramm e da FPA Yang Wen-Li. Reinhard é um aristocrata menor talentoso dada uma alta estação e um rancor-after poderosa do Kaiser levou sua irmã mais velha como concubina. Wen-Li originalmente entrou para o exército só para financiar sua educação universitária, mas tornou-se um brilhante líder, embora relutante. Cada um começa a atrair um círculo de soldados semelhante dotado, generais e pensadores em torno dele, e com o tempo a rivalidade entre estes dois homens muito diferentes vai quebrar o impasse existente. Como eles lidam com superiores e subordinados, manobrar com problemas pessoais e políticas, estratégias de enredo e lutar batalhas, tanto irá dobrar o curso dos acontecimentos à sua vontade e, por sua vez, ser testada e alterada pela maior guerra da história humana!

Legend of the Galactic Heroes é um vasto, sentimental e pensativo ópera espacial militar. Este OVA 110 episódios é a parte central da franquia, e os outros títulos ligados são suplementos para ele. O anime faz parte da nossa lista de reviews da tag N.A.N.I. - Notáveis Animes na Indústria, contemplando as séries que foram importantes por várias questões.

Análise:
Legend of the Galatic Heroes é, talvez, o maior anime de todos os tempos! O espólio de suas entrelinhas é parâmetro conceituado em todo o acervo cultural nipônico, seja fílmico ou literário. Sendo um expoente secular na planura das animações, Ginga Eiyuu Densetsu é veneradíssimo por quase toda a crítica e aficionados por animações mundo a fora. E para corroborar a ideia do grande sucesso que é LOGH, esse haverá uma nova adaptação da série, e esta árdua missão ficará a cargo do estúdio Production I.G. 



LOGH transcendeu os arquétipos vindouros de seu ínterim, embora não revolucionando, concerniu-se polimorfo e indubitavelmente voraz na assimilação de acepções de embasamentos culturais distintos. O vestígio mais evidente encontra-se em seu axis mundi, o atemporal e fervoroso embate idealista entre Aristocracia e Absolutismo, peleja que pareceu preponderante na Europa de outrora. Ademais, a representação significativa do trejeito Europeu dantes, propicia uma experiência ficcional fora do eixo reacionário jazente. 

A obra teve uma enorme influência do Historiador e Filósofo Alemão Oswald Spengler, em especial pela utilização da visão cíclica de civilização.

O fascínio aliado ao realismo das caracterizações e mensagens subliminares fazem deste show uma legítima e palpável guerra nas estrelas, com o estopim do dualismo humano e a onipresente antipatia humana. A série é uma epítome do males que permeiam à esfera social, expondo a hermeticidade da convivência e a destreza do poder, e colocando em questão a fragmentação do bem e mal.



No véu de sua estória, a perspectiva do moral Nietzcheano desponta com veemência, o maniqueísmo ideológico é postulado entre o Império Galático e a Aliança dos Planetas livres, perpassando a ótica limiar e a falácia característica, ambos os sistemas políticos são assaz pretensiosos e corruptos. A obra demonstra uma estrutura maquiavélica do Homo Sapiens - Egoísmo, egocêntrismo e et cetera. Abstendo-se também totalmente dos conceitos de bem e mal, onde a força motriz de tudo são os interesses.

A série é protagonizada por dois prodígios, de denominações políticas opostas, embora igualmente geniais e carismáticos, tratam-se de Reinhard Von Lohengramm(Império Galático) e Yang Wenli(Aliança dos Países livres), nas primeiras manifestações do enredo, ambos ocupam posições subalternas nos respectivos exércitos, todavia em tempos de guerras, com jazias em alta, intelecto dos prodígios laconicamente palpitou na narrativa, com ascensões evidentes no itinerário da obra, não tardaria até as glórias e embates aparecerem. Outrossim, a obra contá também com uma extensa gama de bons personagens secundários.

O maior triunfo da obra encontra-se em seu aparato político e relacional, toda a elaboração das manobras de guerra e jogadas políticas são estilisticamente construídas, a logística e inteligência militar presentes na obra são louváveis, de forma que, a vertente dramática é concernida igualmente ao frenesi guerrilheiro, a cada jazia de soldado é um ideal se esvaindo e uma família dilacerada. O Show é excessivamente detalhista, o que implica em uma belíssimo trabalha em todo a nuances de uma obra, acentuando as excepcionais relações interpessoais.



A trilha sonora é elegantíssima, as composições e melodias contrastam absurdamente com o universo da obra, destacando as belíssimas: Valkyries Love thy Bravery e From New World. A produção de uma forma geral faz um monumental trabalho, embora senil, mas ainda sim brilhante.

Conclusão:
Em sua totalidade, Legend of the Galatic Heroes é uma das obras mais célebres da terra do sol nascente, apresentando uma perspectiva mais técnica e intelectual do que dramática, tendo em sua fórmula constituinte características bem distintas da cultura nipônica, mas demonstrando um primor descomunal na construção de seus diálogos e elaboração logística. O show é uma experiência unica, Logh é um grande masterpiece!

Direção: 10
Roteiro: 10
Produção visual: 9
Trilha Sonora: 10
Entretenimento: 10

Nota final: 9.8

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