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Yagate Kimi ni Naru #3 e #4 | Análise Semanal


Ao abrir a caixa de pandora não podemos desistir e fechá-la devemos agora ir até o final, Yuu se encontra em situação semelhante sendo abduzida pelo papel imposto de ser a querida amante e deve descobrir por conta própria o seu fardo enquanto no ar fica a tensão sofrida e calada de Touko.

O que desejo avisar é que estamos diante da expansão e seus limites sutis para o Amor Yuri, em todo o episódio a direção se concentrou em mostrar a instabilidade e urgência do relacionamento em se tornar “público”, dois momentos justificam esta hipótese:

Ao se enganar a Touko para entrar da loja de livros e encontrar os parentes dela se concretiza um “passo” na seriedade do relacionamento depois a intenção continua na forma do presente, a ideia é novamente explanar o que cada uma delas pensa sobre a outra e o quão sério elas estão.
O triste e inevitável é que a Yuu não se deixa tornar-se parte mais ativa, ela age como o agente passivo na história tomando decisões sem pensar, a exemplo, quando vemos o discurso o que anteriormente é discordante com a decisão em não usar uma “mentira branca” com sua amiga.

Na realidade toda a conversa sobre a rejeição veio para acentuar a culpa por sua decisão em aceitar o relacionamento na esperança de “sentir”, novamente o limite se impõem “o quanto você me ama? ” Sabemos só uma das respostas enquanto a outra causará dúvidas por longo tempo.

Por outro lado, o rumo da história está certo ao fazer uso dos personagens secundários, o grupo de amigos ou a rival para abalar o laço, seja qualquer dos modos a intenção nos próximos episódios é criar disputas e intrigas falando coisas como “Eu não suportaria ver a minha filha gostar de meninas”.
Além de ao mesmo tempo continuar o crescimento da dúvida, algo terminal acontece a informações sobre o relacionamento escapa, nesse ponto devo admitir que considerei estranha e bizarra a motivação de ser apenas um telespectador para justificar a pressão sobre as Yuu.

Em mais específico a segunda parte do episódio 4 o objetivo foi em afirmar o estado das aparências ou confirmar algumas mentiras, podemos ver pelo lado da Yuu que seu relacionamento não deveria existir bem como podemos ver pela Saeki que ela realmente é a rival.
O interessante é ver as bases cada vez mais se formando, o objetivo é criar um ambiente instável e inseguro, ainda mais pelo fato da Touko ser presidente e deve manter as aparências porque no Japão ser Gay é/era sinônimo de vergonha para todos a sua volta, família e reputação, as vezes até sendo visto como uma fase de rebeldia da adolescência que se cura na fase adulta. (Está é visão dos japoneses, não é minha responsabilidade dizer ser é certo ou errado) 

Indo a direção, ela acertou na divisão dos episódios e ao meu ver está correta em ressaltar as coisas na devida ordem sem apelar para explicações via flashbacks, deixando e acreditando no telespectador para sentir o ambiente e descobrir as mentiras.

Porque a força de todo o romance reside nas mentiras e mentiras brancas, ou omissões da verdade, e sendo assim o uso irrestrito disto é normal e saudável para o drama, por fim é certeza que o nível de qualidade está estável e não parece decair, visto a falta de ação e ambiente fixo.

Concluindo espero chegar rápido na parte do drama e não gostaria de ver o Maki-kun agindo como um agente por trás da cena apenas conduzindo o caos em busca do relacionamento perfeito, essa é a minha impressão sobre ele que não foi muito boa, geralmente não gosto ou não é relevante a participação de pessoas deste tipo.

Extras:

Uma fan art chibi:



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