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Análise Semanalanálise semanal Eizouken ni wa Te wo Dasu na!resenharesenha crítica

Eizouken ni wa Te wo Dasu na! #09 e #10 | Análise Semanal

Episódio 09
“Esse episódio foi incrível“ - as minhas reações ao final de cada episodio de Eizouken sempre parecem as mesmas. Esta semana o anime dedicou seu episodio a Kanamori, enquanto simultaneamente falava sobre a verdadeira realidade de uma produção artística - você infelizmente não pode comer satisfação emocional. Funcionando no mesmo tom do episodio 08, que cuidou de cobrir o que informou a atual predileção artística de Tsubame enquanto articulava o poder da animação. 

Eu diria que Kanamori é tão talentosa quanto Tsubame e Asakusa - exceto que seus talentos vêm na forma de confiança pessoal, habilidades de gerenciamento de projetos e habilidade em negociação. O que é claro aqui com a nossa entrada na sua infância, onde vemos como algumas das suas motivações iniciais ($) e a sua rigidez na administração financeira de um negocio vieram do seu desejo de ajudar a loja de sua família - que ela chegou tarde demais para salvar. Ela ajuda os proprietários a limpar a loja e abri-la durante uma tempestade de neve, uma boa decisão que deixa eles com todos os clientes da região. E é quando ela descobre que devido às pressões necessárias para manter um local remoto como esse os proprietários estão quebrados, e eles serão forçados a fechar as portas. As lições daqueles tempos e a compreensão da necessidade de precisar se vender, não apenas oferecer um serviço de coração, informam os esforços atuais de Kanamori.

Eu amo como Eizouken articula o processo de produção - você pode ver imediatamente a ligação em que estão, e isso não é novidade na indústria de anime. Seu último projeto foi bem-sucedido tecnicamente? Sim. Você se sentiu bem realizado? Sim. Ganhou dinheiro suficiente para permitir que você continuasse criando arte? Não, na verdade você está com problemas. O que também reflete o quão polido narrativamente essa historia é. 
Episódio 10
O novo projeto do Eizouken se encontra com nos fundamentais. Asakusa tinha o conceito de uma catártica luta contra OVNis, e agora uma divertida festa de dança para terminar o curta, mas, na verdade, você precisar ter alguma historia entre tudo isso; ela nem sabe por que haveria uma festa de dança no final. Kanamori reconhece imediatamente que, até agora, o projeto mais recente é basicamente uma coleção de idéias que podem parecer divertidas de desenhar, em vez de contar uma história convincente. Isso por si só fala de suas atitudes criativas até aqui - elas apenas trabalham nas partes do projeto que as inspiram inerentemente, e imaginando que os detalhes estruturais cuidarão de si mesmos.  Trabalhar com Asakusa não é fácil.

A Policia do Conselho Estudantil ataca. Em meio a um episodio repleto de belos layouts, gosto de como Kanamori é enquadrada - um durão que não deve ser fodido. Kanamori  é basicamente implacável como sempre, explicando por que as regras arbitrárias da escola são burras e antiquadas. Mas Kanamori é um pouco direta demais, mesmo que ela esteja certa; resultando no seu lado da corda se partindo e perdendo qualquer chance de lucrar (por enquanto, ela realmente é uma força da natureza). Vamos então com a Asakusa decidindo ir junto para ajudar a explorar os sons - servindo teoricamente como uma pesquisa de campo para inspiração - e Kanamori acaba cedendo. Negociadores fortes entendem os limites de negociações justas. Eu amo a foto de Kanamori estrangulando Asakusa para manter ela longe de continuar a sonhar com novas idéias. Também gosto de como há uma enorme sensação de espaço nas cenas ao ar livre - esse programa sempre consegue apresentar um mundo que parece vasto e íntimo.

Aparentemente, tudo me leva a crer que, o Eizouken é, efetivamente, o Studio Ghibli. O show têm sugere isso aqui e ali, mas torna isso mais explícito quando Asakusa cria uma história - e ela é caracterizada aqui, depois de aterrorizar seu produtor lutando com a história - de fato como Hayao Miyazaki. O que faria de Tsubame Isao Takahata, e Kanamori o produtor Suzuki. Parece uma homenagem apropriada. Ah, caramba, esse episodio foi incrível. Esse show é incrível. O episodio ainda estava cheio de animação intrincadas, com seu começo sendo uma demonstração impressionante do ponto forte dos designs desses personagens; os desenhos dos personagens são muito soltos na sequencia, mas ainda há uma clara sensação de peso. Outra notável sequencia era o corte em perspectiva na bicicleta, um tiro muito difícil que exigi todos esses redesenhos da estrada e das árvores. Mal posso esperar para ver o que essas garotas farão a seguir!
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